
Outro dia, me perguntaram o que eu achava de uma tal “Amy Winehouse”. Acho pouco por enquanto e pelo visto não tenho muito tempo para achar alguma coisa.
Acho sim alguma graça nesta cantora, de origem judaica, vinda de uma pequena cidade do interior da Inglaterra. Com voz de artista negra, seu timbre em nada ilustra a palidez cada vez mais acentuada, causada por um consumo de drogas aparentemente inesgotável.
Vi alguns momentos de uma das suas últimas aparições ao vivo, cantando (ou melhor, regurgitando) e cambaleando de tão chapada no palco do Rock in Rio Lisboa. Pena que uma artista recém-chegada e já tão premiada esteja tão perto do fim...
Seus fãs que me perdoem, não estou torcendo contra a moça. Isso é apenas uma constatação: Posso estar falando bobagem, mas creio que o destino da cantora revelação do último Grammy é negro, como foi o de outros tantos jovens talentos que o desperdiçaram, como Hendrix, Vicious e Morrison, para citar alguns.
O que me resta, então, é dar mais atenção a “Frank” e “Back to Black”, álbuns que poderão ser esquecidos ou eternizados em pouco tempo. Mais adiante, dou meu parecer!!
Bjs e abs a todos

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